por Ricardo Borges em 7 de Dezembro de 2009 às 14:09
Já estive em Brasilia várias vezes. Desde pequeno, mesmo antes de surfar, frequento a capital do Brasil, mas nesta última semana, graças a uma conversa com o meu técnico Pinga, resolvi surfar no Lago Paranoá.
Pinga me colocou em contato com Val, profissional no wakeboard e um dos desenvolvidores deste novo esporte (wakesurf) que faz a cabeça da galera amante do surf no cerrado.
Chegando lá, encontrei um conterrâneo meu, Angelo, mais conhecido como “Angelera”. Um cara muito instigado no surf e com vários amigos em comum, então me senti mais em casa ainda.
Val falou que havia marcado com uma amiga chamada Fernanda, que tinha uma lancha que proporcionava uma esquerda muito surfável e a cada vez que falava com ele minha ansiedade aumentava.
Marcamos de nos encontrar no Pontão Sul, o point da galera de esportes com pranchas em Brasília. Foi show!
Fernanda foi a primeira a entrar na água e representou muito bem, mandando várias manobras e me instigando mais ainda. Eu fui logo em seguida e a cada acelerada o coração batia forte.
Fui evoluindo no decorrer da sessão e fui testando cada prancha. Estava com uma fish e me adaptei muito bem com ela, mas depois de alguns testes resolvi surfar com minha prancha do dia-dia, mas só com uma quilha, e deu certo. Aí, consegui dar as melhores manobras.
Fonte: Waves
Queria agradecer a galera de Brasília, que me tratou muito bem e senti uma vibe alucinante. Fiquei feliz de ver que a galera do cerrado, mesmo sem água salgada, respira o surf como qualquer surfista do litoral.


























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